Mostrando postagens com marcador biomas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador biomas. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de julho de 2012

Visita pedagógica de alunos do Arquidiocesano à CARE

Com o objetivo de conscientizar as pessoas acerca da preservação e proteção do meio ambiente, foi realizada a visita à Cooperativa dos Agentes Autônomos de Reciclagem de Aracaju - CARE, instituição que tem por finalidade organizar, capacitar e orientar os recicladores dentro dos princípios do cooperativismo e, desse modo, promover condições mais dignas de trabalho, geração de renda e melhoria na qualidade de vida, além de contribuir para a preservação do meio ambiente. 


Na visita que reuniu alunos do 1º ano do ensino médio do Colégio Arquidiocesano, a presidente da CARE, Vaneide Ribeiro, e o professor José Bezerra aproveitaram a oportunidade para reafirmar a parceria do Arqui com a instituição, que será beneficiada com Ações que levam a sustentabilidade através das doações de alimentos e materiais recicláveis, como: papel, plástico, metal e vidro fornecidos pelos alunos da escola. 


“A ideia de conhecer de perto o trabalho desenvolvido na CARE com a reciclagem surgiu como uma maneira de despertar nos estudantes e na sociedade a responsabilidade ecológica. Todos os participantes vivenciaram o conceito de consumo consciente a partir de práticas cotidianas como a escolha, a utilização e o descarte dos produtos, além de desenvolver nos alunos uma postura consciente frente às suas escolhas, tornando-os responsáveis e críticos em relação às práticas de consumo”, Afirma José Bezerra. 















sábado, 14 de julho de 2012

Click Trilha: Expedição Pedagógica no Parque Governador Augusto Franco (Sementeira)

A maneira como nos relacionamos com o meio ambiente define a nossa qualidade de vida. Pensando nisso, o projeto Click Trilha levou alunos do ensino médio do Colégio Arquidiocesano para participar de oficinas de educação ambiental durante a ‘Semana da Árvore’, no Parque Governador Augusto Franco, conhecido como Parque da Sementeira. 
Durante a manhã os estudantes acompanhados pelo professor José Bezerra participaram de Oficinas e de visita monitorada ao parque onde viram a Farmácia Viva, o Horto, a Casa de Papel e plantaram mudas de árvores. 
Nas fotos o prof. José Bezerra e seus alunos do ensino médio participando das Oficinas:

 Farmácia Viva






Horto












 Projeto Amigos do Planeta Terra


Casa de Papel




Produção de Mudas









quinta-feira, 21 de junho de 2012

Campanha de Educação Ambiental

Sempre que se aproximam as festas juninas, surge, junto com elas, a preocupação com os danos causados ao meio ambiente e à saúde das pessoas, por conta do desmatamento e da fumaça, em virtude da tradição de queimar fogueiras.
Sabemos que a cultura do nosso povo deve ser preservada, mas entendemos que as pessoas precisam se conscientizar de que a queima da madeira neste período junino contribui, consideravelmente, para a destruição da mata nativa, e com o aumento do CO2 na atmosfera, causado pela fumaça, cresce o índice de doenças respiratórias, principalmente em crianças e em idosos.
Por isso, mantenham a tradição, mas sem exageros. Em vez de acenderem várias fogueiras, reúnam amigos e familiares em torno de apenas uma.

Essa Campanha de Educação Ambiental é desenvolvida há 3 anos pelo professor e ambientalista José Bezerra Neto, alerta quanto aos riscos para o meio ambiente e para a saúde.




quarta-feira, 25 de abril de 2012

Dia Nacional da Caatinga

Dia Nacional da Caatinga (28 de abril). Instituída em 2003 por decreto federal, a data é uma homenagem ao pesquisador pernambucano João Vasconcelos Sobrinho, pioneiro no estudo e na defesa da Caatinga. Ele nasceu em 28 de abril de 1908 e morreu em 1989.
A Caatinga é considerada o único bioma exclusivamente brasileiro, abrange oito estados e ocupa cerca de 10% do território nacional. Ameaçada pelo desmatamento e pela desertificação.

Parque Nacional de Boa Nova-Ba, Prof. José Bezerra Neto
Ocupando quase 10% do território nacional, com 736.833 km², a Caatinga abrange os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, sul e leste do Piauí e norte de Minas Gerais. Região de clima semi-árido e solo raso e pedregoso, embora relativamente fértil, o bioma é rico em recursos genéticos dada a sua alta biodiversidade. O aspecto agressivo da vegetação contrasta com o colorido diversificado das flores emergentes no período das chuvas, cujo índice pluviométrico varia entre 300 e 800 milímetros anualmente.

A Caatinga apresenta três estratos: arbóreo (8 a 12 metros), arbustivo (2 a 5 metros) e o herbáceo (abaixo de 2 metros). A vegetação adaptou-se ao clima seco para se proteger. As folhas, por exemplo, são finas ou inexistentes. Algumas plantas armazenam água, como os cactos, outras se caracterizam por terem raízes praticamente na superfície do solo para absorver o máximo da chuva. Algumas das espécies mais comuns da região são a amburana, aroeira, umbu, baraúna, maniçoba, macambira, mandacaru e juazeiro.

Parque Nacional de Boa Nova-Ba, Prof. José Bezerra Neto
No meio de tanta aridez, a Caatinga surpreende com suas "ilhas de umidade" e solos férteis. São os chamados brejos, que quebram a monotonia das condições físicas e geológicas dos sertões. Nessas ilhas é possível produzir quase todos os alimentos e frutas peculiares aos trópicos do mundo. Essas áreas normalmente localizam-se próximas às serras, onde a abundância de chuvas é maior.

Através de caminhos diversos, os rios regionais saem das bordas das chapadas, percorrem extensas depressões entre os planaltos quentes e secos e acabam chegando ao mar, ou engrossando as águas do São Francisco e do Parnaíba (rios que cruzam a Caatinga). Das cabeceiras até as proximidades do mar, os rios com nascente na região permanecem secos por cinco a sete meses do ano. Apenas o canal principal do São Francisco mantém seu fluxo através dos sertões, com águas trazidas de outras regiões climáticas e hídricas.

Parque Nacional de Boa Nova-Ba, Prof. José Bezerra Neto
Quando chove, no início do ano, a paisagem muda muito rapidamente. As árvores cobrem-se de folhas e o solo fica forrado de pequenas plantas. A fauna volta a engordar. Na Caatinga vive a ararinha-azul, ameaçada de extinção. O último exemplar da espécie vivendo na natureza não foi mais visto desde o final de 2000. Outros animais da região são o sapo-cururu, asa-branca, cotia, gambá, preá, veado-catingueiro, tatu-peba e o sagüi-do-nordeste, entre outros.
Cerca de 20 milhões de brasileiros vivem na região coberta pela Caatinga, em quase 800 mil km2 de área. Quando não chove, o homem do sertão e sua família precisam caminhar quilômetros em busca da água dos açudes. A irregularidade climática é um dos fatores que mais interferem na vida do sertanejo.

Mesmo quando chove, o solo pedregoso não consegue armazenar a água que cai e a temperatura elevada (médias entre 25°C e 29°C) provoca intensa evaporação. Na longa estiagem os sertões são, muitas vezes, semidesertos que, apesar do tempo nublado, não costumam receber chuva.

Fonte:WWF

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Projeto Click Trilha: Dia da Terra

Fotos dos Projetos "Cheirinho de Mato" e "Click Trilha", autoria e execução do professor José Bezerra
Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.
Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos na naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.
No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta, tanto a nível global como regional e local.

“A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Sentimo-nos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser…”

Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra converteu-se em um importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas utilizam-no como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra.
Fonte: Wikipédia

domingo, 15 de abril de 2012

Ecossistema: Mundo árvore

O infográfico da revista Superinteressante selecionou uma espécie fictícia da Mata Atlântica para mostrar o grande número de animais e plantas que dependem de uma única árvore para sobreviver.


Fonte: Planeta Sustentável

sábado, 31 de março de 2012

Semana da Árvore chega ao fim com o dever cumprido

Conscientização. Desde o último domingo, 25, todas as ações da Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), por intermédio da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), tiveram nessa palavra o principal objetivo. Ao passo em que as atividades da Semana da Árvore aconteciam pela cidade, cada aracajuano envolvido nos trabalhos referentes ao cuidado e preservação do meio ambiente pôde compreender melhor o quanto é capaz de colaborar com o ecossistema.

Equipe da Emsurb coordena o plantio e orienta os estudantes (Fotos: Ascom/Emsurb)  
 Por meio de palestras, plantio de mudas, intervenções urbanas, sessão de cinema ou participando da implantação de projetos, cidadãos de todas as idades tiveram a oportunidade de não apenas plantar uma semente na consciência, mas principalmente perceber a importância de continuá-la regando diariamente. Nesta sexta-feira, 30, alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Anísio Teixeira e do Colégio Arquidiocesano compareceram ao Parque Governador Augusto Franco (Sementeira) no dia de encerramento da Semana da Árvore.
A visitação se deu a partir do projeto ‘Amigos do Planeta Terra', desenvolvido pela Coordenadoria de Desenvolvimento de Pessoal da Emsurb. A iniciativa tem por objetivo conscientizar e apresentar aos estudantes os problemas causados à natureza pelo despejo inadequado do lixo, e como as ações de recolhimento nas ruas, encaminhamento ao aterro sanitário e separação correta dos resíduos são de fundamental importância para a saúde da população. Durante a orientação exposta pela equipe da empresa, os alunos também puderam assistir a um vídeo mostrando o trabalho realizado pela Cooperativa dos Agentes Autônomos de Reciclagem de Aracaju (Care).

Alunos do Colégio Arquidiocesano realizam o plantio de mudas
"O projeto existe desde 2008 e nosso objetivo é trazer alunos de escolas públicas e particulares para conhecerem o patrimônio natural do parque, como também receberem palestras sobre a temática do meio ambiente. A gente tem um foco maior sobre a coleta seletiva, para que as escolas possam desenvolver esse trabalho na própria instituição junto aos alunos", enfatizou a coordenadora do ‘Amigos do Planeta Terra', Lara Guimarães.
Atividades extraclasse
Responsável pela turma do 5º ano que compareceu à visita, a coordenadora pedagógica da Emef Anísio Teixeira, Adeci Figueiredo, comentou sobre o envolvimento da Escola Municipal com os projetos concebidos pela Emsurb. "O colégio sempre comparece a eventos desse tipo e, nos últimos dias, nós participamos de várias ações que aconteceram na Semana da Árvore. Hoje, estamos aqui conhecendo esse trabalho da Emsurb para saber os tipos de mudas plantadas no horto, e de onde saem para a cidade as árvores dos mais diferentes tipos", disse a coordenadora pedagógica.
Após as orientações recebidas e conhecimentos adquiridos pelos alunos, mais de 200 mudas foram disponibilizadas pela Emsurb para que eles, após conhecerem o método de produção e realizarem seu plantio, levassem para suas casas árvores como o ipê-amarelo, aroeira da praia, neem ou jambo. Embora timidamente, outras pessoas que passeavam pelo Parque da Sementeira também foram sozinhas ou em família, se aproximando e demonstrando interesse pela ação socioambiental.

O professor de Biologia e Educação Ambiental do Colégio Arquidiocesano, José Bezerra. 
"Acho fantástico tirar o aluno da sala de aula e colocá-lo em contato com a natureza, porque isso o favorece a refletir e ficar mais curioso sobre esse tema. O rendimento e o aproveitamento em atividades extraclasse são diferentes. O Arquidiocesano tem um projeto de educação ambiental que eu coordeno, o Cheirinho de Mato, onde nós temos um laboratório e os alunos entram em contato com o ecossistema e têm aulas ao ar livre. Nós temos essa parceria com a Prefeitura, dando apoio a qualquer iniciativa de convívio com o meio ambiente, e todos os anos nós trazemos os alunos aqui na Emsurb", destacou o professor de Biologia do Colégio Arquidiocesano, José Bezerra.

A coordenadora do Amigos do Planeta Terra, Lara Guimarães
Fonte: Prefeitura de Aracaju